Foto: Arquivo Jornal do Trabalhador
Por Sérgio Sampaio
Cerca de 800 pessoas foram às ruas hoje (14) em São José do Rio Preto no Dia da Greve Geral #14J para dizer não a proposta de Reforma da Previdência, contra os cortes na Educação e por uma política pública para a geração de Empregos no país.
O ato contou com a participação do MSU (Movimento Sindical Unificado de São José do Rio Preto), CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical e Conlutas, MST e a Umes (União Municipal dos Estudantes Secundaristas), e de outros movimentos estudantis e sociais da cidade.
As mobilizações começaram em frente ao terminal de ônibus urbano no inicio da manhã e seguiu em passeata até a agência do INSS na Avenida Bady Bassitt e foi concluído na área central da cidade percorrendo o comércio e os bancos.
Segundo Sergio Paranhos, presidente MSU (Movimento Sindical Unificado), a mobilização foi de fundamental importância para demonstrar ao governo federal que os trabalhadores estão descontentes com o projeto que acaba com qualquer expectativa de alguém se aposentar no futuro.
Para Roberto Carlos Vicentim, coordenador da subsede CUT, a importância deste ato é ele se juntar a todos os atos que aconteceram no país.
“Este ato em Rio Preto está sendo grandioso, pois estamos mostrando que não queremos essa reforma”, salientou Vicentim.
A coordenadora da regional da UGT e presidente do Sincomercários, Márcia Caldas, afirmou que essa união é aquilo que tem que ser feito e que é necessário unir categoria e unir classe trabalhadora para lutar. “A reforma previdenciária é para achatar mais ainda o direito dos trabalhadores como foi feita anteriormente com a reforma trabalhista. Nós estamos pensando nos estudantes, nos nossos filhos e nos nossos netos. A nossa luta é digna e justa”, finalizou.
Segundo João Pedro Alves Filho, presidente do Sindalquim e coordenador da Força Sindical, afirma que a luta deve continuar para pressionar para avançar aonde os trabalhadores venham a ser ouvidos neste tramite. “Não podemos parar e nem esmorecer. O objetivo da Força, do Sindalquim e da Fequimfar é continuar levando informações para os nossos trabalhadores. Temos que continuar os conscientizando a todo o momento”, salientou Alves Filho.