Foto: Marcos-Morelli/SMCS

Da Redação

Depois de oito dias de muito humor, comédia, riso e reflexões sobre temas da atualidade, terminou o Janeiro Brasileiro da Comédia 2020. O encerramento foi na noite da última quinta-feira (30), comemorando o sucesso da sua 18.ª edição e com uma sessão única do espetáculo “O Circo Bélico”, da (Trupe da Lona Preta – São Paulo/SP), no Teatro Municipal Paulo Moura, localizado no Complexo Swift. Cerca de 700 pessoas acompanharam a peça, que foi aplaudida e aclamada de pé, pelo público. O público desta edição foi de 6 mil pessoas, que assistiram a 18 apresentações de 11 espetáculos diferentes ou participaram das ações formativas e debates.

Balanço

Realizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, o JBC trouxe espetáculos de diversas partes do Brasil, sete workshops e mais nove debates sobre o teatro, a cultura e a temática e estilo das peças apresentadas. Além de espetáculos gratuitos, o Janeiro da Comédia também teve uma missão solidária. Nas sessões realizadas no Teatro Municipal Paulo Moura, cada espectador trocou seu ingresso por um litro de leite, que está sendo doado a entidades por meio do Fundo Social de Solidariedade. Foram cerca de 4 mil litros de leite arrecadados no Paulo Moura, parte já doada a entidades. Os demais espetáculos da Mostra Descentralizada eram gratuitos, abertos ao público e não solicitavam a troca do ingresso pelo litro de leite.

 Programação

O JBC teve em sua 18ª edição, uma programação mais ampla, com 11 espetáculos, trazendo o melhor do teatro nacional de comédia e humor para Rio Preto. No ano passado, o JBC teve oito espetáculos. Este ano, o Janeiro da Comédia foi realizado entre os dias 23 e 30 de janeiro. Sucesso no ano passado, a Mostra Descentralizada também aconteceu pela segunda vez, levando os espetáculos do JBC para diversos locais da cidade.

 Espetáculos
Os espetáculos do JBC 2020 foram: O Rei da Vela (Parlapatões, Patifes e Paspalhões – São Paulo/SP); A Farra do Boi Bumbá (Os Ciclomáticos Cia de Teatro – Rio de Janeiro/RJ); No Dia Seguinte – a quase história da tevê brasileira (Antropofocus -Curitiba/PR); H2OBoom (Regazzoni e Tressi Produções Culturais – São Paulo/SP); Queijo & Goiabada – Das canções que você não autorizou pra mim (Cia Cênica – São José do Rio Preto/SP); Spaghetti (Seres de Luz Teatro – Campinas/SP); Ordinários (LaMínima Circo e Teatro – São Paulo/SP); O Circo Bélico (Trupe da Lona Preta – São Paulo/SP); Fuzurufafa Bafafazuru (Circo Teatro Rosa dos Ventos -Presidente Prudente/SP); Histórias Extraordinéditas (Antropofocus – Curitiba/PR) e Pequena ladainha anti dramática para a reunião de emergência dos catedráticos da Instituição Feitosa Bulhões a excelência do ensino em mais de cinco décadas de funcionamento
(Cia do Bife – São Paulo/SP).

 Mostra Descentralizada

Na edição 2020, assim como no ano anterior, além da Mostra Oficial que aconteceu no Teatro Paulo Moura, a expansão do JBC esteve em outros sete locais da cidade com a Mostra Descentralizada: CEU das Artes Aristides dos Santos; Complexo Swift (mezanino); Teatro Municipal Nelson Castro; Centro Social Estoril; Jardim Suspenso do Terminal Urbano; Eco Santo Antônio e Praça dos Esportes e Cultura de Engenheiro Schmitt.

 Formativas

As ações formativas do JBC 2020 contaram com debates ao fim de cada apresentação no Teatro Paulo Moura e workshops aconteceram no mezanino e chaminé do Complexo Swift, ações que também contaram com grande adesão de público. Os workshops foram: O ator autoral e seu corpo (Os Ciclomáticos – Rio de Janeiro/RJ); Improvisação para atores e não atores (Antropofocus – Curitiba/PR); Acrobacias de solo (Rosa dos Ventos – Presidente Prudente/SP); Poéticas do malabarismo (Regazzoni e Tressi – São Paulo/SP); Palhaçaria e comicidade física (LaMínima – São Paulo/SP); Diálogos cênicos entre o clássico, o popular e o contemporâneo (Cia Cênica – São José do Rio Preto/SP) e Clown: como se fosse a última vez (Seres de Luz Teatro – Campinas/SP).

 Fonte: SMCS

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