Foto: Sérgio SAMPAIO
As negociações do setor do Etanol encabeçadas na região pelo Sindalquim (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Fabricação do Álcool, Químicas e Farmacêuticas) estão a todo vapor de forma virtual com representantes das usinas da região.
Segundo João Pedro Alves Filho, presidente do sindicato, passado para eles um previsão de inflação para a data base que pode ser entre 6 e 7% e parece que algumas empresas não colocaram isso no suas expectava anual de custeio. Ele salienta que em 2020 os trabalhadores não tiveram nada de reajuste de salário e que este ano isso não vai se repetir – e a aceitável a no mínimo a partir do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
Data Limite – o Sindalquim deu até o próximo domingo (11) um prazo para que os representantes das usinas deem uma resposta ao primeiro contato feito pela entidade e se manifestarem a apresentarem suas propostas.
Boletim – Após essa data limite o sindicato vai elaborar um boletim para se entregue para os trabalhadores informado a eles qual foi à resposta da empresa, se ela apresentou algo ou não para ser levado a eles trabalhador. No boletim para as empresas que não apresentaram proposta alguma vamos destacar que a ela não teve tempo para avaliar a situação que o seu funcionário esta vivando sem um reajuste desde o ano passado.
Visitas – o sindicalista salienta que espera que as restrições impostas pelo governo do Estado por conta da pandemia tenham alterações a partir da próxima segunda-feira (12) e que eles possam voltar a ir para a porta das empresas para conversar com o trabalhador sobre a negociação deste ano.
Decisão – este ano o sindicato afirmou que mesmo que haja impedimentos para esse dialogo com o trabalhador a decisão final ficará nas mãos deles, e o sindicato vai conseguir meios para que os trabalhadores decidam por meio de votação. “A decisão de aceita ou não a proposta que for feita pela empresa ficará nas mãos dos trabalhadores”, finalizou o presidente.
Por Sérgio SAMPAIO Jornal do Trabalhador