• Conversas avançaram  e diretores estão fazendo corpo-a-corpo nas usinas_Foto: Dvulgação_Sindalquim 

Por Sérgio SAMPAIO – Da Redação Jornal do Trabalhador

As negociações deste ano do setor de Etanol estão bem avançadas e pode ser uma conclusão de forma individual nos próximos dias.

Segundo João Pedro Alves Filho, presidente do Sindalquim (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Fabricação do Álcool, Químicas e Farmacêuticas), houve a conversas com algumas empresas durante a primeira rodada de negociação e outras procuraram o sindicato para negociar – ele afirma que estão analisando esta proposta e devem levar para serem avaliados pelos trabalhadores se aceitam ou não.

Ele salientou que cerca de 80% das negociações envolvendo as 15 unidades estão bem avançadas – mas infelizmente algumas empresas continuam com as mesmas desculpas que estão passando por problemas econômicos. Porém ele deixou claro que o pedido do Sindalquim continua o mesmo o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) cheio mais 2% de ganho real.

Desculpas – o sindicalista salienta que a empresas que ainda não apresentaram proposta trazem como sempre a justificativa da quebra de safra, junto com as questões relacionadas a pandemia e os gastos a mais que ela criou como aparatos de segurança pessoal e transporte por exemplo. “Com essas justificativas, mas uma vez eles estão querendo deixar os trabalhadores para traz, isso nós não vamos deixar acontecer”, salientou o presidente.

Ele deixou claro que iram fechar os acordos com as empresas que tiveram uma proposta digna para os trabalhadores e aquelas que se recusam a apresentar algo aceitável eles irão para a porta das empresas fazer protestos. “Vamos ver se as empresas tem cacife para não dar aumento para os trabalhadores”, finalizou Alves Filho.

 

 

 

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